Perguntas Frequentes

O que é o GDPR e porque é importante para o meu negócio?

O GDPR é o Regulamento Geral de Proteção de Dados que estabelece normas para o tratamento de dados pessoais, protegendo os direitos dos titulares e exigindo conformidade das empresas.

Como posso garantir que a minha empresa cumpre as obrigações do GDPR?

A Mora Consultancy ajuda a implementar políticas, treinar equipas e organizar dados para assegurar o cumprimento legal sem complicações.

Quais os principais dados pessoais que devo proteger na minha empresa?

Dados como nomes, contactos, e informações financeiras dos clientes devem ser geridos com rigor para evitar riscos e sanções.

Quanto tempo devo conservar os dados pessoais recolhidos?

Os dados devem ser mantidos apenas enquanto necessários para a finalidade inicial, respeitando os prazos legais e regulatórios aplicáveis.

O que acontece se a minha empresa não cumprir o GDPR?

O incumprimento pode resultar em multas elevadas, perda de confiança dos clientes e danos reputacionais significativos.

Como a Mora Consultancy pode ajudar a minha empresa?

Oferecemos consultoria personalizada, apoio na implementação de medidas práticas e acompanhamento contínuo para proteger os seus dados com confiança.

Quanto tempo demora o processo de adequação?

Depende da dimensão da empresa e da complexidade dos dados tratados, mas um projeto médio de implementação pode durar entre 2 a 6 meses. Um projeto pequeno pode demorar de 1 a 2 semanas.

Já tenho uma Política de Privacidade no site, já estou conforme?

Não. A política é apenas a face visível. A conformidade real exige registos internos, medidas de segurança técnica, contratos com fornecedores e formação de pessoal.

A consultoria é um pagamento único ou recorrente?

A implementação é um projeto com início, meio e fim. No entanto, o RGPD exige manutenção contínua, que pode ser assegurada por auditorias anuais ou pelo serviço de DPO.

O que acontece se houver uma inspeção da CNPD?

Com o nosso projeto de adequação, terá toda a documentação necessária (evidências de conformidade) pronta para apresentar, demonstrando diligência e boa-fé.

A minha empresa é obrigada a ter um EPD/DPO?

A nomeação é obrigatória para organismos públicos, empresas cujas atividades principais envolvam a monitorização regular e sistemática de titulares em larga escala, ou que tratem dados sensíveis (saúde, registos criminais, etc.) em massa.

Qual é a vantagem de contratar um serviço externo em vez de um colaborador interno?

Além da redução de custos, o DPO externo garante total independência e ausência de conflitos de interesses (exigência do RGPD), trazendo uma experiência acumulada em diversos setores que um colaborador interno raramente possui.

O serviço inclui a ligação com a CNPD?

Sim. Como seu Encarregado de Proteção de Dados, seremos o ponto de contacto oficial perante a Comissão Nacional de Proteção de Dados, gerindo pedidos de informação, auditorias ou notificações de incidentes.

Como é feita a monitorização da conformidade?

Realizamos auditorias periódicas, verificamos o registo de atividades de tratamento (RAT), formamos os seus colaboradores e asseguramos que novos projetos cumprem o princípio de Privacy by Design.

O DPO externo é responsável pelas coimas da empresa?

Não. A responsabilidade legal e o pagamento de eventuais coimas recaem sempre sobre o Responsável pelo Tratamento (a empresa). O papel do DPO é aconselhar e monitorizar para evitar que tais situações ocorram.

O que acontece se houver uma inspeção da CNPD?

Com o nosso projeto de adequação, terá toda a documentação necessária (evidências de conformidade) pronta para apresentar, demonstrando diligência e boa-fé.

A minha empresa é pequena, os hackers não se interessam por mim?

Pelo contrário. As PME são alvos preferenciais porque costumam ter defesas mais fracas. São frequentemente usadas como “porta de entrada” para atacar clientes maiores.

Se eu for hackeado, posso ser responsabilizado mesmo sem NIS2?

Sim. Ao abrigo do RGPD e do Código Civil, a empresa tem o dever de proteger os dados de clientes e funcionários. A negligência na segurança pode levar a processos de indemnização pesados.

Quanto custa não investir em cibersegurança?

O custo médio de um ataque de ransomware para uma PME em Portugal excede frequentemente o valor de um ano inteiro de investimento em segurança. Prevenir é significativamente mais barato do que remediar.

O antivírus não é suficiente?

Infelizmente, não. A segurança moderna exige cópias de segurança (backups) isoladas, autenticação forte (MFA) e, acima de tudo, processos de resposta rápida quando algo corre mal.

Como posso provar aos meus clientes que sou seguro?

Através da nossa consultoria, ajudamos a implementar um referencial de segurança que pode apresentar em propostas comerciais, diferenciando-se da concorrência que ignora estes riscos.

O que acontece se houver uma inspeção da CNPD?

Com o nosso projeto de adequação, terá toda a documentação necessária (evidências de conformidade) pronta para apresentar, demonstrando diligência e boa-fé.

A minha empresa é pequena, os hackers não se interessam por mim?

Pelo contrário. As PME são alvos preferenciais porque costumam ter defesas mais fracas. São frequentemente usadas como “porta de entrada” para atacar clientes maiores.

Se eu for hackeado, posso ser responsabilizado mesmo sem NIS2?

Sim. Ao abrigo do RGPD e do Código Civil, a empresa tem o dever de proteger os dados de clientes e funcionários. A negligência na segurança pode levar a processos de indemnização pesados.